{"provider_url": "https://www.iranduba.am.leg.br", "title": " Transtorno do Espectro Autista (TEA)", "html": "<p style=\"text-align: center; \"><strong>Transtorno do Espectro Autista (TEA)</strong></p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \"><strong></strong><br />O transtorno do espectro autista (TEA) \u00e9 um dist\u00farbio do neurodesenvolvimento caracterizado por desenvolvimento at\u00edpico, manifesta\u00e7\u00f5es comportamentais, d\u00e9ficits na comunica\u00e7\u00e3o e na interac\u0327\u00e3o social, padr\u00f5es de comportamentos repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repert\u00f3rio restrito de interesses e atividades.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Sinais de alerta no neurodesenvolvimento da crian\u00e7a podem ser percebidos nos primeiros meses de vida, sendo o diagn\u00f3stico estabelecido por volta dos 2 a 3 anos de idade. A preval\u00eancia \u00e9 maior no sexo masculino.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">A identifica\u00e7\u00e3o de atrasos no desenvolvimento, o diagn\u00f3stico oportuno de TEA e encaminhamento para interven\u00e7\u00f5es comportamentais e apoio educacional na idade mais precoce poss\u00edvel, pode levar a melhores resultados a longo prazo, considerando a neuroplasticidade cerebral.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">Ressalta-se que o tratamento oportuno com estimula\u00e7\u00e3o precoce deve ser preconizado em qualquer caso de suspeita de TEA ou desenvolvimento at\u00edpico da crian\u00e7a, independentemente de confirma\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica.</p>\r\n<p style=\"text-align: justify; \">A etiologia do transtorno do espectro autista ainda permanece desconhecida. Evid\u00eancias cient\u00edficas apontam que n\u00e3o h\u00e1 uma causa \u00fanica, mas sim a intera\u00e7\u00e3o de fatores gen\u00e9ticos e ambientais. A intera\u00e7\u00e3o entre esses fatores parecem estar relacionadas ao TEA, por\u00e9m \u00e9 importante ressaltar que \u201crisco aumentado\u201d n\u00e3o \u00e9 o mesmo que causa fatores de risco ambientais. Os fatores ambientais podem aumentar ou diminuir o risco de TEA em pessoas geneticamente predispostas. Embora nenhum destes fatores pare\u00e7a ter forte correla\u00e7\u00e3o com aumento e/ou diminui\u00e7\u00e3o dos riscos, a exposi\u00e7\u00e3o a agentes qu\u00edmicos, defici\u00eancia de vitamina D e \u00e1cido f\u00f3lico, uso de subst\u00e2ncias (como \u00e1cido valpr\u00f3ico) durante a gesta\u00e7\u00e3o, prematuridade (com idade gestacional abaixo de 35 semanas), baixo peso ao nascer (2.500 g), gesta\u00e7\u00f5es m\u00faltiplas, infec\u00e7\u00e3o materna durante a gravidez e idade parental avan\u00e7ada s\u00e3o considerados fatores contribuintes para o desenvolvimento do TEA.</p>", "author_name": "", "version": "1.0", "author_url": "https://www.iranduba.am.leg.br/author/Nmorais", "provider_name": "C\u00e2mara Municipal de Iranduba", "type": "rich"}